Na
delação, o ex-diretor da Odebrecht afirma que Leitão recebeu R$ 100 mil e
estaria na lista de parlamentares que recebiam contribuições financeiras da
empresa, em troca de apoio aos pleitos da companhia no Congresso. Filho diz que
os recursos foram pedidos por Leitão em 2010 em favor de uma campanha
eleitoral. Segundo ele, tinha “uma relação pessoal com o parlamentar”.
No
Facebook, Leitão afirma que nunca teve relação de negócio com a Odebrecht e que
não atuou em interesse da empresa. Ele ainda questiona a delação por ter
apontado pagamento de propina, sem qualquer indicação de contrapartida efetiva.
O
Globo