Os
deputados federais devem reavaliar as isenções tributárias oferecidas a
empresas como igrejas e clubes de futebol, por exemplo. Estas isenções
representam um terço do déficit das contas do Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS) em 2017, que será de R$ 181 bilhões.
De
acordo com o G1, isenções concedidas por lei a pequenos empresários,
indústrias, entidades filantrópicas e produtores rurais, que correspondem a R$
62,5 bilhões em contribuições que poderiam ser destinados à Previdência, são
alguns dos benefícios que devem ser revistos.
Os
principais alvos, segundo a matérias, seriam isenções concedidas a igrejas e
instituições de ensino religioso, além de clubes de futebol, que anteriormente
recolhiam um percentual da folha de salários e agora pagam 5% sobre o total do
faturamento.
As
centrais sindicais também apoiam a medida, pois acreditam ser uma forma de
reduzir o impacto das mudanças que serão trazidas pela reforma da Previdência.
O
governo ainda não se posicionou oficialmente, mas tem estimulado os deputados a
avançarem na discussão.
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