Resistindo
a pressões, “o presidente não pensa em renúncia. Sabia que teria muita
dificuldade para governar. O projeto dele é resgatar o país, não quer aplauso
nem reconhecimento fácil”, disse um auxiliar presidencial ao Globo.
De
acordo com a matéria, nem a crise no governo agravada pelas citações do seu
nome em delações da Lava Jato farão com que Michel Temer abandone o cargo.
O
mesmo auxiliar presidencial informou que a baixa popularidade de Temer pode
ajudar na implantação de medidas impopulares, como a recém-aprovada PEC do teto
e a reforma da previdência.
Sobre
a antecipação da eleição presidencial, o senador Ronaldo Caiado chegou a
declarar no Senado que não se deve ter medo. “Podemos chegar ao último fato,
que é, para preservar a democracia, ter um gesto maior de poder e mostrar que
ninguém governa sem apoio popular. E nessa hora não podemos ter medo de uma
antecipação do processo eleitoral”, disse.
Caiado
não está sozinho. Nesta terça-feira (13), o líder do PT no Senado Humberto
Costa também defendeu a renúncia de Temer e a antecipação da eleição
presidencial de 2018.
Notícias ao Minuto