Com
a tecnologia que será aplicada ao sistema de caixas d’água recém reformadas do matadouro
público de Cuité, o município terá uma economia em torno de R$ 600 por mês
referente à compra de botijões de gás para uso nos fogões do espaço de abate de
animais. O gás gerado na decomposição dos dejetos descartados será capturado por
biodigestores e encanado até o matadouro, substituindo o tradicional gás cozinha.
“Vimos
que o matadouro se adéqua muito bem ao biodigestor, onde esse gás será
utilizado nos fogões do próprio matadouro gerando um projeto sustentável e
economia para o município”, declarou o secretário da Agricultura, Roseano
Medeiros.
De
acordo com o chefe da pasta, as fossas serão utilizadas como o sistema gerador
do gás. “Nesta primeira etapa, foi instalada a encanação para a captação dos
dejetos do matadouro para as fossas, através das quais será gerado o gás. O
mesmo será armazenado em um sistema de caixas d’água, que servirá como uma
câmara de gás, e em seguida será encanado para dentro do matadouro”, explicou
Roseano Medeiros.
O
secretário estima que o custo do projeto seja baixo e não ultrapasse os R$ 1,5
mil. Ele espera que o projeto seja concluído o mais breve possível para que o
município possa usufruir dessa tecnologia totalmente sustentável e que gera
economia ao erário público.
A
reforma das fossas e a construção do biodigestor foram realizadas através de
uma parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus Cuité.
Ascom