Explosões
a caixas eletrônicos e assaltos a bancos serão combatidos de forma mais eficaz
em João Pessoa. Foi sancionada lei, de autoria do vereador Bruno Farias (PPS),
que obriga as instituições bancárias públicas ou privadas, e as cooperativas de
crédito, a manterem vigilantes por 24 horas em todas as agências, inclusive em
finais de semana e feriados.
A
Lei nº 13.398/2017 dá prazo de 90 dias para a contratação dos profissionais, e
demais adequações, e estipula multa em caso de descumprimento.
Segundo
Bruno Farias, a lei foi pensada e elaborada com a finalidade de combater a onda
de explosões e roubos a caixas eletrônicos e agências bancárias, que é uma
realidade na capital paraibana, e resguardar a vida de usuários que são feitos
de reféns, além de pessoas que transitam pelas ruas e que podem ser atingidas
no momento das explosões. “Essa lei, além de visar trazer mais segurança e
combater a violência, pode resultar na diminuição drástica do número de caixas
eletrônicos e agências bancárias explodidos em nossa cidade”.
Em
sua justificativa, o parlamentar aponta a fragilidade do sistema de segurança
devido à ausência dos vigias fora do expediente bancário. “A falta de
seguranças expõe bancários, familiares e clientes a risco de morte, traumas e
sequelas que poderão refletir futuramente sobre a saúde física e mental de quem
se torna vítima da violência”.
A
lei prevê que os vigilantes deverão permanecer no interior das agências em
local em que possam se proteger durante a jornada de trabalho e dispor de botão
de pânico e terminal telefônico, para acionar rapidamente a polícia, e de
dispositivo que acione sirene de alto volume no lado externo do
estabelecimento, para chamar a atenção de transeuntes e afastar delinquentes de
forma preventiva a cada acionamento.
O
vereador comemora a sanção da lei que representa um importante avanço para a
segurança dos cidadãos. “Esperamos que os cidadãos e às próprias instituições
tenham um ambiente digno e mais seguro e protegido de assaltos e explosões. Era
necessário o estabelecimento de uma política de normas e rotinas de segurança
que valorizasse a vida acima de tudo e que preconizasse a execução dos demais
serviços de maneira segura e responsável”, disse.
Assessoria