Após
a ex-prefeita de Cuité, Curimataú paraibano, Euda Fabiana (PMDB), quebrar vários
acordos com o Ministério Público (MP), o prefeito Charles Camaraense acabou herdando a interdição a área de abate pública do município. A interdição do local aconteceu no último dia 13. A informação foi publicada pelo prefeito Charles Camaraense (PSL)
nas redes sociais.
De
acordo com a publicação, os primeiros requerimentos solicitando melhorias para
o matadouro datam de 2004. Em 2009, de acordo com Charles, as cobranças
aumentaram por parte do Ministério Público. Desde então, vários laudos técnicos
apontando a incapacidade de funcionamento do local.
O
chefe do Executivo Municipal destaca que em 2007 foi firmado um Termo de
Ajustamento de Conduta (TAC), onde a prefeitura se comprometeu em realizar as
reformas necessárias no local.
“Acontece
que esse TAC foi descumprido pelas gestões anteriores. Por sua vez, o
Ministério Público, preocupado com a saúde dos cidadãos cuiteenses, propôs e
assinou outro acordo em 15 de agosto de 2012. Mais uma vez, a gestão anterior
irresponsavelmente descumpriu as diretrizes estabelecidas, enquanto o matadouro
encontrava-se cada vez mais deteriorado”, escreveu o prefeito.
Charles
também destacou que, ainda na gestão da ex-prefeita Euda Fabiana (PMDB), em
outubro de 2016, o Ministério Público ingressou com uma Ação Civil Pública
requerendo a interdição do local, contudo, o espaço continuou funcionando.
O
prefeito concluiu destacando que ao assumir a Prefeitura de Cuité tentou várias
formas de minimizar o problema e solucioná-los o mais rápido possível. Porém,
diante de várias tentativas frustradas do MP, o mesmo determinou a interdição do
local por ordem judicial. “Fizemos tudo o possível para tentar remediar o
problema, mas devido aos anos de descaso e irresponsabilidade das Gestões
anterior, não houve tempo necessário para solucionar o caso”.
Charles,
no entanto, disse que buscará uma solução para o problema, para que a área
volte a funcionar e volte a gerar renda para as famílias que dela precisam.
No
início da sua gestão, o prefeito Charles Camaraense
acompanhado do vice-prefeito Eliú Pessoa (PP); do secretário municipal de
Agricultura, Roseano Medeiros; e do vereador Maurílio Macêdo (PSL), visitou o
matadouro público de Cuité. Diante do descaso encontrado, o gestor anunciou uma
série de medidas que seriam tomadas a curto, médio e longo.
Um
acordo ainda chegou a ser firmado com o MP e algumas medidas foram tomadas, à
exemplo da reforma do biodigestor, que acabou com o mal cheiro na ladeira de
acesso ao campus da UFCG. Contudo, diante de tantos descumprimentos pelas antigas gestões e a falta
de capacidade do espaço continuar funcionando dentro da área urbana do
município, o Ministério Público ingressou com uma ação pedindo o seu
fechamento.
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