O
presidente do Partido dos Trabalhadores, Charliton Machado, disse na noite
desta terça-feira, 09, que não acredita na possibilidade de prisão do ex-presidente
Lula (PT), durante depoimento ao juiz Sérgio Moro, marcado para esta
quarta-feira, 10, em Curitiba.
Em
entrevista ao programa Master News, da TV Master, Charliton Machado rejeitou a
possibilidade de aliança com PMDB, PSD ou PSDB, que estiveram contra a
ex-presidente Dilma Rousseff, durante o processo de impeachment. Ele defendeu o
fortalecimento da base política do partido, que sempre teve como aliados os
movimentos sociais e os trabalhadores brasileiros.
“O
PT precisa estar pronto para 2018, não tem que depender de cenário político,
precisa estar pronto para candidatura própria para o governo, Senado, claro que
queremos a possibilidade de formarmos uma frente de esquerda e formar aliança,
mas temos que nos preparar, recuperar a relação com os movimentos sociais, se
houve algum momento em que houve estremecimento, e tenho confiança que o novo
presidente jackson seguirá esta linha”, disse.
Questionado
se o PT seguirá aliado do governador Ricardo Coutinho, Charliton afirmou que
“temos, no geral, apoiado o governo porque tem feito uma boa gestão e temos uma
boa relação com o o governador, sem qualquer cargo, mas a relação é muito boa
porque Ricardo representa o setor progressista, diferente de outros nomes da
Paraíba”.
Acerca
de bons nomes para a disputa ao governo em 2018, Charliton citou o nome da
vice-governadora Lígia Feliciano e seguiu dizendo que o futuro candidato
precisa estar de acordo com o projeto defendido até agora pelo governo
socialista de Ricardo Coutinho. Ele descartou, no entanto, qualquer chance de
apoiar nomes como o senador Raimundo Lira ou o deputado federal Veneziano Vital
do Rego, que fazem parte do PMDB, mesmo sendo próximos ao governador paraibano.
Questionado
sobre pesquisa realizada pelo Partido dos Trabalhadores para a escolha dos
nomes que vão representar a legenda na votação do próximo ano, Charliton
confirmou que o deputado petista Luiz Couto está bem cotado para disputar uma
das vagas ao Senado, mas preferiu não entrar em detalhes sobre números porque a
consulta foi feita para consumo interno.
Sobre
o imbróglio na eleição do diretório estadual do partido, realizado no domingo,
dia 06, em congresso do partido, num hotel em João Pessoa, Charliton afirmou
que não houve duas eleições, segundo ele, apenas Jackson Macedo se inscreveu e
foi votado com presidente estadual do PT. “Não houve duas votações ou dois
congressos, houve uma reunião com deputados e alguns aliados, em uma outra
sala, mas isso não é congresso, a única candidatura posta e votada, como o
estatuto prevê, e reconhecida pelo PT Nacional foi Jackson Macedo”, afirmou.
Charliton
relatou ainda a expectativa de que a situação não seja judicializada e destacou
que o partido já tem muitos adversários e não precisa brigar entre si.
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