O
presidente do PSB de Cuité, Curimataú paraibano, Dagmando Lopes, disse que a
cidade vivia uma ditadura durante as gestões da ex-prefeita Euda Fabiana (PMDB)
e do seu esposo Bado Venâncio (PSDB). O socialista ainda falou sobre processo
de cassação que o tirou da disputa eleitoral de 2012 e disse que foi
perseguido. As declarações foram feitas durante entrevista ao radialista Luiz
Lopes.
Ao
falar sobre o seu trabalho como oposição, Dagmando disse que havia se tornado a
voz da população. “Como era uma ditadura em Cuité nos últimos 24 anos e a pessoa
não podia reclamar da gestão, pois tinha o seu emprego cortado. Eu virei esse
portal de reclamação, tomei coragem, o pessoal tinha medo e dizia que eles eram
perigosos e eu dizia que toda ditadura é perigosa, mas toda ditadura tem um fim
e esse fim chegou”.
O
socialista disse que sofreu perseguição através de um processo administrativo. “Entraram
com um processo administrativo contra mim quando eu estava com o cargo do
Conselho Tutelar para que eu ficasse inelegível. O processo seguiu, eu fiquei
inelegível, tive os 593 votos, mas não foram válidos”.
Apesar
de ter se tornado inelegível, o socialista disse que não se revolta com a
perseguição sofrida. “Eu fiquei inelegível por perseguição política,
diferentemente do ex-prefeito Bado Venâncio e outros que fizeram a gestão do
PMDB que ficaram [inelegíveis] por má gestão, porque desviaram recursos do povo”.
Dagmando
disse que não sabe se irá para uma próxima disputa, mas destacou sua
participação na saída do grupo político da ex-prefeita do poder. “Eu acho que a
minha missão política eu tive, que foi iniciar o trabalho de oposição e tirar
aqueles que faziam mal a Cuité. A gente chegou a esse patamar com quatro anos
de trabalho e hoje estou de alma lavada”.
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